A união no Sagrado Matrimônio
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
EVANGELHO DA FESTA DE NOSSA SENHORA APARECIDA - Jo 2, 1-11
COMENTÁRIOS AO
EVANGELHO Jo 2, 1-11 - BODAS DE CANÁ
Naquele tempo, 1 houve um casamento em Caná da Galileia. A Mãe de Jesus
estava presente. 2 Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o
casamento.
3 Como o vinho veio a faltar, a Mãe de Jesus Lhe disse: “Eles não têm
mais vinho”.
4 Jesus respondeu-Lhe: “Mulher, por que dizes isto a Mim? Minha hora
ainda não chegou”. 5 Sua Mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que Ele
vos disser”.
6 Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os
judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros. 7
Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas
até a boca. 8 Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles
levaram. 9 O mestre-sala experimentou a água que se tinha transformado em
vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois
eram eles que tinham tirado a água. 10 O mestre-sala chamou então o noivo e lhe
disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já
estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho bom até
agora!”
11 Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da
Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram n’Ele (Jo 2,
1-11).
Antes e depois de Maria
Uma nova era
na espiritualidade do gênero humano se inicia publicamente com o milagre das
Bodas de Caná. Além de conferir ao casamento um altíssimo significado, Jesus
inaugura a mais excelente via para se obter o perdão e a graça: confiar na
mediação e na onipotência suplicante de Maria.
I — ANTECEDENTES
Riqueza teológica do Evangelho de São João
“Jesus fez ainda
muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo
inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever” (Jo 21, 25).
Assim termina São
João o 4º Evangelho, o de sua lavra. Quando o escreveu, por certo já conhecia —
e de há muito — os três anteriores. Daí seu empenho em completá-los nos
detalhes e aspectos mais necessários para os dias de sua divulgação. Na Ásia
Menor, onde se espraiava a Igreja nascente, pululavam os erros de uma perigosa
gnose ameaçadora da boa e sã doutrina deixada em herança por Jesus aos seus
discípulos. Nessas circunstâncias, importava antes de tudo provar a divindade
de Nosso Senhor, o Messias.
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