Vejam
os comentários de Mons João Clá Dias a respeito do pai adotivo do Menino Deus.
sexta-feira, 17 de março de 2017
quarta-feira, 15 de março de 2017
Homilia Solenidade de São José, esposo da Virgem Maria
COMENTÁRIOS DE MONS. JOÃO
CLÁ DIAS AO EVANGELHO SOLENIDADE DE SÃO JOSÉ -
Mt 1, 1 6. 18-2 1 .24a
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domingo, 12 de março de 2017
Evangelho III Domingo da Quaresma – Ano A
Comentários ao Evangelho III Domingo da
Quaresma – Ano A
Naquele tempo, 5 Jesus chegou a uma cidade
da Samaria, chamada Sicar, perto de um terreno que Jacó tinha dado ao seu filho
José. 6 Era aí que ficava o poço de Jacó. Cansado da viagem, Jesus sentou-Se
junto ao poço. Era por volta de meio-dia.
7 Chegou uma mulher da Samaria para tirar
água. Jesus lhe disse: “Dá-Me de beber”.
8 Os discípulos tinham ido à cidade para
comprar alimentos. 9 A mulher samaritana disse então a Jesus: “Como é que Tu,
sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?” De fato, os
judeus não se dão com os samaritanos. 10 Respondeu-lhe Jesus: “Se tu
conhecesses o dom de Deus e quem é que te pede: ‘Dá-Me de beber’, tu mesma Lhe
pedirias a Ele, e Ele te daria água viva”. 11 A mulher disse a Jesus: “Senhor, nem
sequer tens balde e o poço é fundo. De onde vais tirar a água viva? 12 Por
acaso, és maior que nosso pai Jacó, que nos deu o poço e que dele bebeu, como
também seus filhos e seus animais?” 13 Respondeu Jesus: “Todo aquele que bebe
desta água terá sede de novo. 14 Mas quem beber da água que Eu lhe darei, esse
nunca mais terá sede. E a água que Eu lhe der se tornará nele uma fonte de água
que jorra para a vida eterna”. 15 A mulher disse a Jesus: “Senhor, dá-me dessa
água, para que eu não tenha mais sede e nem
tenha de vir aqui para tirá-la”. 19b “Senhor, vejo que és um profeta! 20 Os
nossos pais adoraram neste monte mas Vós dizeis que em Jerusalém é que se deve
adorar”. 21 Disse-lhe Jesus: “Acredita-Me, mulher: está chegando a hora em que
nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22 Vós adorais o que não
conheceis. Nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. 23
Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão
o Pai em espírito e em verdade. De fato, estes são os adoradores que o Pai
procura. 24 Deus é espírito e aqueles que O adoram devem adorá-Lo em espírito e
verdade”. 25 A mulher disse a Jesus: “Sei que o Messias (que se chama Cristo)
vai chegar. Quando Ele vier, vai nos fazer conhecer todas as coisas”.
26 Disse-lhe Jesus: “Sou Eu, que estou
falando contigo”. 39a Muitos samaritanos daquela cidade abraçaram a fé em
Jesus. 40 Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus e pediram que
permanecesse com eles. Jesus permaneceu aí dois dias. 41 E muitos outros creram
por causa da sua palavra. 42 E disseram à mulher: “Já não cremos por causa das tuas
palavras, pois nós mesmos ouvimos e sabemos, que este é verdadeiramente o
Salvador do mundo” (Jo 4, 5-15.19b-26.39a.40-42).
Amor a toda prova
O encontro com uma pobre mulher da Samaria prefigura o amor de
Jesus por todos nós. Fatigado pelo calor do caminho, o Redentor necessita de
água. Mas sua sede de converter aquela alma é incomparavelmente maior.
I – INTRODUÇÃO
Os judeus doutos
e os discípulos de São João
Logo
após o Batismo de Jesus, surgem os primeiros discípulos. Formados na escola do
Precursor, estavam à espera do Messias e por isso seguem-nO de imediato. Fica
bem descrito no começo do Evangelho de São João o convívio de Jesus com a
comunidade eleita pelo Batista, orientada na fé, esperança e amor. A narração
dos atos iniciais da primeira fase da vida pública do Salvador culmina com o
episódio das Bodas de Caná e o da expulsão dos vendilhões do Templo.
Depois
de falar dos discípulos, o Evangelista focaliza outra categoria de pessoas
pertencentes à comunidade judaica: certos anciãos, os quais, apesar de crerem
em Nosso Senhor, não ousavam declará-lo publicamente, por extremo respeito
humano. Nicodemos, que os representava, ao se aproximar de Jesus, afirma:
“Sabemos que foste enviado por Deus como Mestre” (Jo 3, 2). Ele diz: “sabemos”,
e não confessa crer na divindade de Jesus. Vê-se que, aplicando a inteligência
e apoiando-se em dados culturais, chegara à sua conclusão por puro raciocínio
desprovido de fé. É um típico representante da corrente dos homens doutos
instruídos na ciência farisaica.
O
contraste entre o filão dos discípulos do Batista e o dos anciãos auxilia a
melhor compreender – pela semelhança com um e a diferença com o outro – a
figura da samaritana, contemplada na Liturgia de hoje.
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