O dom
da fé é dado ao homem como favor divino para que ele possa penetrar onde sua
inteligência não chega, ou seja, no sobrenatural.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Evangelho II Domingo da Quaresma Evangelho - Ano C
Comentários ao Evangelho do 2º
Domingo da Quaresma Evangelho - Ano C - Lc 9, 28b-36
Naquele tempo, 28b Jesus
levou consigo Pedro, João e Tiago, e subiu à montanha para rezar. 29 Enquanto
rezava, seu rosto mudou de aparência e sua roupa ficou muito branca e brilhante.
30 Eis que dois homens estavam conversando
com Jesus: eram Moisés e Elias. Eles apareceram revestidos de glória e
conversavam sobre a morte que Jesus iria sofrer em Jerusalém.
32 Pedro e os companheiros estavam com
muito sono. Ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam
com ele.
33 E quando estes homens se iam
afastando, Pedro disse a Jesus: “Mestre, é bom estarmos aqui. Vamos fazer três
tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias”. Pedro não sabia o
que estava dizendo. 34 Ele estava ainda falando, quando apareceu uma
nuvem que os cobriu com sua sombra. Os discípulos ficaram com medo ao
encontrarem dentro da nuvem. 35 Da
nuvem, porém, saiu uma voz que dizia: “Este é o meu Filho, o Escolhido. Escutai
o que Ele diz!”
36 Enquanto a voz ressoava, Jesus encontrou-Se
sozinho. Os discípulos ficaram calados e naqueles dias não contaram a ninguém
nada do que tinham visto (Lc 9, 28b-36).
Luta e glória nos são oferecidas por Deus
A vida do homem
transcorre num vale de lágrimas, no qual o sofrimento sempre está presente.
Para nos sustentar em meio à luta, Deus nos aponta, através de graças
sensíveis, o grandioso fim ao qual estamos destinados.
Somos chamados “ad maiora”
Ao formar o homem à
sua imagem e semelhança (cf. Gn 1, 26), Deus destinou-o a ocupar um elevado
lugar na criação, inferior apenas ao dos Anjos. O ser humano, como única
criatura dotada de inteligência em todo o universo material, possui uma notável
superioridade sobre as outras, além da capacidade de dominá-las, transformá-las
e utilizar-se delas com sabedoria, tornando mais perfeita a obra do Criador. É
ele o protagonista da História, conforme ressalta a Escritura: “Vosso saber o
ser humano modelou, para ser rei da criação, que é vossa obra” (Sb 9, 2). Além
dessa prerrogativa de ordem natural, há outro privilégio que lhe confere a mais
excelsa dignidade: a filiação divina, concedida pelo Batismo. Com efeito, ao
receber este Sacramento, a pessoa torna-se filha adotiva de Deus, participante
da natureza divina, membro de Cristo e coerdeira com Ele e templo da Santíssima
Trindade.
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